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Alunos da Univaço conquistam o terceiro lugar no 1º Ideathon Nacional Afya

 Entre os dias 21 e 23 outubro aconteceu o 1º Ideathon Nacional Afya que tinha como objetivo sensibilizar e promover uma cultura de inovação e empreendedorismo no Ecossistema Afya. Durante um final de semana, alunos, professores e colaboradores tiveram a oportunidade de criar uma solução para desafios reais. O evento contou com webinars sobre ideação, validação, prototipagem e oficina de pitch, além da solução de um grande desafio, dentre as diferentes opções propostas aos times.

O aluno Kaio Gomes de Freitas, foi um dos representantes da Univaço nesta competição. Ele participou de um grupo misto com alunos Unitpac, orientado pela professora Melissa Ulhôa.

“Estou muito orgulhosa de representar a Univaço como mentora do primeiro Ideathon.  Foi uma ótima oportunidade de trocar experiências e aprendizagens. Minha satisfação foi ainda maior por termos nossos acadêmicos inseridos em dois projetos distintos entre os finalistas. Agora o objetivo é fomentar ainda mais o mindset empreendedor e inovador na comunidade da Univaço e para isso temos o núcleo de Inovação NIEMAI, que é o ponto focal que visa movimentar essas ações. Estamos apenas iniciando as atividades e é muito importante para nós começarmos já obtendo êxito”.

E não parou por ai, formado pelos alunos Alan Garcia Mendes, Juliana Gomes Lana, Lara Gomes dos Santos, Lurdiano Costa Freitas e Pâmela Stérfane Silvana de Oliveira Campos o grupo orientado pela professora Analina Valadão também fez bonito na competição e subiu ao pódio conquistando o terceiro lugar.

“O convite ao IDEATHON foi um grande desafio onde tivemos que maratonar durante 3 dias em equipe para solucionar um problema proposto. Durante a abertura da maratona foram apresentados três possíveis temas e cada equipe deveria criar uma solução para a problemática.

Diante disso, nós tivemos dois dias para escolher o desafio, definir o problema, definir a causa raiz e criar uma solução para a causa raiz. Nós escolhemos o tema saúde mental dos estudantes de medicina. Definimos o problema como uma possível lacuna que existe entre os veículos de ensino e o aluno. Logo, a nossa solução foi permitir que a universidade aproxime e conheça as fragilidades da saúde mental dos estudantes, por meio das catracas Fabrizio e com isso, precocemente, direcionar ações. A escolha do nome Fabrizio foi em homenagem ao nosso porteiro Fabricio, que sempre nos recebe com calor humano, fazendo nos sentirmos acolhidos e bem recebidos, com o peito carregado de energias boas para o decorrer das atividades diárias.

Realizar tudo isso foi muito desafiador em função do tempo, foi difícil encaixar a agenda do projeto com a nossa disponibilidade. O projeto instiga o aluno a pensar fora da caixinha e revolucionar no mundo tecnológico, mostrando que estamos muito além do curso de medicina, confirmando que temos capacidade tátil e ágil para resolver problemas.

Ficamos muito felizes em estar entre os finalistas e mais felizes ainda de termos alcançado lugar no pódio”.


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